Retail Media Farma entra na fase da maturidade: marcas elevam as exigências sobre dados, mensuração e construção de categorias

Evento Retail Media Farma 2026 discutirá, em 2 de setembro, como indústria e redes farmacêuticas podem transformar audiência, dados e presença física em crescimento incremental

O canal farma reúne algumas das condições mais favoráveis para o desenvolvimento de Retail Media no Brasil: elevada recorrência de compra, grande quantidade de consumidores identificados, presença física capilarizada, crescimento das jornadas digitais e um portfólio que ultrapassa medicamentos, incorporando dermocosméticos, higiene, beleza, nutrição, suplementação, cuidado pessoal e bem-estar. Entretanto, possuir audiência, dados transacionais, aplicativos, sites e milhares de lojas não significa necessariamente operar uma Retail Media Network madura.

O próximo ciclo do Retail Media Farma será definido pela capacidade de redes e marcas de transformar esses ativos em uma infraestrutura de planejamento, ativação e mensuração realmente omnichannel.

Essa será uma das principais discussões do Retail Media Farma 2026, que será realizado em 2 de setembro, no Hotel Nacional Inn Jaraguá, em São Paulo. A programação prevê debates sobre integração entre mídia in-store, e-commerce, CRM e mídia programática; padronização da mensuração; crescimento de categorias; jornadas de medicamentos isentos de prescrição, OTC e RX; e expansão do ecossistema para redes regionais.

Mais do que discutir novos inventários, o encontro deverá responder a uma pergunta estratégica: qual é o nível de maturidade das marcas que investem em Retail Media no canal farma e quais resultados elas passarão a exigir das redes?

Da compra de mídia para a estratégia de crescimento

Durante a primeira etapa de desenvolvimento do mercado, muitas ativações de Retail Media foram tratadas como extensões do calendário promocional ou como contrapartidas comerciais negociadas entre indústria e varejo.

O investimento era frequentemente direcionado para banners, busca patrocinada, disparos de CRM, telas em loja ou ações promocionais, sem integração consistente entre as diferentes etapas da jornada.

Esse modelo começa a se tornar insuficiente. Marcas mais maduras estão deixando de perguntar apenas quantas impressões, cliques ou vendas uma campanha gerou. Elas querem compreender:

  • qual parcela das vendas foi realmente incremental
  • quantos novos compradores foram conquistados
  • se houve crescimento de participação na categoria
  • quais consumidores recompraram
  • qual foi o impacto sobre frequência, cesta e valor do cliente
  • como a campanha alterou consideração, preferência e intenção de compra
  • e quanto do resultado teria acontecido mesmo sem o investimento em mídia.

O avanço da incrementabilidade reflete uma transformação mais ampla do Commerce Media. As diretrizes publicadas pelo IAB Europe recomendam que o impacto seja analisado por meio de experimentos, grupos de controle, contrafactuais modelados, econometria ou metodologias híbridas, evitando que correlação seja apresentada como causalidade.

No canal farma, essa exigência é ainda mais relevante. Sazonalidade, preço, disponibilidade, recomendação profissional, prescrição, promoções e recorrência natural podem influenciar fortemente as vendas. Sem uma metodologia de controle, uma campanha pode receber crédito por um comportamento que ocorreria de qualquer maneira.

O Guia de Maturidade da ABRAMEDIA aplicado ao canal farma

O Diagnóstico de Maturidade em Retail Media para Marcas CPG, desenvolvido pela ABRAMEDIA, oferece uma estrutura capaz de organizar essa evolução. O modelo avalia dez dimensões:

  1. Governança e liderança
  2. Estrutura organizacional
  3. Planejamento estratégico
  4. Orçamento e investimento
  5. Execução e operação
  6. Métricas e resultados
  7. Integração com varejistas
  8. Capacitação e cultura interna
  9. Tecnologia e ferramentas
  10. Inovação e benchmarking.

A metodologia classifica as empresas entre os estágios Iniciante, Explorador, Emergente, Avançado e Líder. Entre os indicadores estão a existência de sponsor executivo, orçamento dedicado, planejamento por jornada, integração entre marketing, trade e e-commerce, uso de dados proprietários, execução coordenada em ambientes onsite, offsite e in-store e capacidade de mensurar retorno por projeto. Essa abordagem permite separar marcas que apenas compram inventário daquelas que efetivamente incorporaram Retail Media à estratégia do negócio.

Marca iniciante ou exploradora

Realiza campanhas pontuais, normalmente associadas a sell-out, lançamentos ou calendário comercial. O orçamento é retirado de trade, shopper marketing, e-commerce ou mídia, sem uma linha claramente definida. Os relatórios se concentram em entrega, cliques, vendas atribuídas e ROAS.

Marca emergente

Começa a estabelecer responsáveis, objetivos por campanha e planos anuais com redes prioritárias. Passa a combinar busca patrocinada, CRM, conteúdo, mídia offsite e ativações nas lojas. Ainda enfrenta dificuldade para comparar resultados entre varejistas.

Marca avançada

Opera com planejamento por categoria e etapa do funil. Define KPIs antes da campanha, utiliza audiências baseadas em comportamento de compra e exige análises de incrementalidade, novos compradores, frequência, participação de categoria e lifetime value.

Marca líder

Trabalha Retail Media como uma plataforma permanente de crescimento. Integra marketing, mídia, trade, category management, inteligência comercial, e-commerce e CRM. Além de comprar inventário, cocria produtos de mídia, metodologias de mensuração, experimentos e planos de desenvolvimento de categorias com os varejistas.

Quais marcas estão liderando?

Ainda não existe no Brasil um ranking independente, auditado e amplamente aceito que permita afirmar quais fabricantes lideram o Retail Media Farma.

Número de campanhas, presença em eventos e divulgação de cases são indicadores importantes, mas não são suficientes para medir maturidade. Uma empresa pode investir muito e continuar operando de maneira fragmentada. Outra pode investir menos, mas possuir governança, integração de dados e mensuração muito mais sofisticadas. Apesar dessa limitação, alguns grupos aparecem com frequência em iniciativas públicas, cases e projetos com redes farmacêuticas.

Na área de consumer health, OTC, MIP, higiene, beleza e dermocosméticos, empresas como Hypera Pharma, Kenvue, Sanofi, Haleon, EMS, Aché, Cimed, L’Oréal Dermatological Beauty, Nestlé Health Science, Unilever, Colgate-Palmolive, Beiersdorf/Nivea e fabricantes de suplementação constituem um grupo relevante para observação.

Isso não configura uma classificação definitiva de liderança. Trata-se de um conjunto de organizações com escala, portfólio aderente ao canal, histórico de relacionamento comercial com grandes redes ou participação pública em iniciativas de Retail Media.

Entre os exemplos divulgados, a Pague Menos informou ter realizado mais de 150 campanhas durante o primeiro ano da Pague Menos Ads. Em uma ativação de Carmed, da Cimed, a rede reportou crescimento superior a 1.600% nas vendas da linha durante o período analisado. Em outro case, com Neutrogena, foram comunicados crescimento de 48% na receita dos produtos trabalhados, alta de 285% nas vendas digitais, avanço de 9,6 pontos percentuais de market share e ROAS de 11,31 no Google Shopping. Os números foram divulgados pela própria operação e devem ser interpretados dentro do contexto e da metodologia de cada campanha.

A Pague Menos também desenvolveu projetos com anunciantes como Unilever e Sanofi durante a estruturação de sua unidade de Retail Media. Esses resultados mostram a capacidade de ativação do canal, mas também reforçam a necessidade de padronização. Crescimento durante uma campanha não significa automaticamente crescimento incremental, e ROAS de plataformas distintas não pode ser comparado sem equivalência de atribuição, custos considerados, janela de conversão e definição de exposição.

Quais redes estão mais avançadas?

Do lado dos varejistas, quatro operações ocupam posição relevante na discussão brasileira: Impulso, da RD Saúde; Pague Menos Ads; Panvel Ads; e a estrutura de Retail Media do Grupo DPSP. Entretanto, elas se encontram em diferentes estágios de exposição pública, escala, tecnologia, oferta comercial e divulgação de resultados.

Impulso — RD Saúde

A Impulso apresenta uma das estruturas publicamente mais amplas do segmento. A operação informou atuar em 15 canais, incluindo mídia programática, e-mail, SMS, ativos digitais e telas nas lojas.

Em comunicação institucional, a empresa reportou mais de 8 mil telas em aproximadamente 1.800 farmácias e média de 81 milhões de impactos mensais. Também posiciona sua oferta como uma solução full funnel com mensuração ao longo da jornada.

A escala de audiência e inventário coloca a Impulso entre as principais referências nacionais. O próximo passo de maturidade, comum a todas as grandes RMNs, será permitir que o mercado compare incrementalidade, qualidade da exposição, frequência, cobertura, atenção e impacto comercial por metodologia padronizada.

Pague Menos Ads

A Pague Menos combina presença nacional, força nas regiões Norte e Nordeste, mais de 20 milhões de clientes ativos declarados e elevado nível de identificação das compras. A empresa informou que aproximadamente 92% das transações seriam identificadas, criando uma base relevante para segmentação e mensuração closed loop.

A divulgação de cases com indicadores comerciais é um sinal positivo. Para alcançar um estágio ainda mais avançado, será importante ampliar análises causais, benchmarks por categoria, acesso a dashboards e documentação metodológica.

Crédito: Panvel Ads

Panvel Ads

A Panvel reúne características importantes para uma operação sofisticada: forte presença regional, ecossistema digital, programa de relacionamento e integração entre farmácia, distribuição e indústria.

Sua participação no Retail Media Farma 2026 inclui um estudo de caso previsto com o Grupo EMS sobre planejamento de campanhas baseado em dados de shopper, categoria, missão, cesta e frequência de compra, uma pauta diretamente relacionada a share de categoria, LTV e incrementalidade.

Para o mercado, o avanço da Panvel poderá ser avaliado pela capacidade de transformar essa inteligência em produtos replicáveis, metodologias transparentes e resultados comparáveis entre campanhas.

Grupo DPSP

O Grupo DPSP possui uma base relevante de lojas, consumidores e presença regional, além do potencial de integrar Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo em uma oferta de audiência de grande escala.

Sua evolução será observada principalmente em quatro frentes: consolidação da proposta comercial, integração de dados e canais, cobertura de mídia in-store e transparência da mensuração entregue aos anunciantes.

O que as marcas passarão a cobrar das RMNs do canal farma?

A fase de crescimento baseada somente em novos formatos deverá dar lugar a uma fase orientada por qualidade, interoperabilidade e comprovação de valor.

Taxonomia padronizada

Impressão, alcance, exposição, visualização, visita, clique, shopper impactado e comprador exposto precisam ter definições claras. Uma impressão servida em um site não pode ser diretamente comparada a uma inserção em tela de loja sem considerar oportunidade de visualização, fluxo, duração, posição, frequência e contexto.

Metodologia de atribuição transparente

Cada relatório deveria informar:

  • Janela de atribuição
  • Modelo utilizado
  • Critério de exposição
  • Tratamento de compras recorrentes
  • Inclusão ou não de vendas orgânicas
  • Deduplicação entre canais
  • Custos considerados no ROAS
  • Período de baseline
  • e limitações da análise.

Incrementalidade

As marcas precisam saber quantas vendas adicionais foram produzidas pela mídia, e não apenas quantas vendas foram associadas a consumidores expostos. O padrão mais robusto será trabalhar com grupos de teste e controle, testes geográficos, holdouts de audiência ou modelos contrafactuais validados.

Resultados de categoria

O Retail Media Farma não pode ser avaliado somente pelo SKU anunciado. Uma ativação pode aumentar:

  • Penetração da categoria
  • Número de compradores
  • Frequência
  • Tamanho da cesta
  • Migração para produtos de maior valor
  • Adesão a rotinas de cuidado
  • e recompra.

Esse conjunto de métricas aproxima Retail Media de category management e da estratégia comercial.

Indicadores de construção de marca

Dermocosméticos, suplementação, autocuidado e consumer health exigem desenvolvimento de consideração e confiança, não apenas conversão imediata. Brand lift, consideração, preferência, intenção, busca pela marca e novos compradores devem integrar os scorecards.

Jornada omnichannel real

A marca deverá compreender como mídia offsite, CRM, busca patrocinada, conteúdo, aplicativo e comunicação em loja trabalharam em conjunto. Não basta apresentar relatórios separados de cada canal. É necessário deduplicar audiências, mapear sequências de exposição e identificar quais combinações contribuíram para o resultado.

Segurança, privacidade e governança

Dados relacionados à saúde exigem níveis elevados de responsabilidade. Segmentação, colaboração de dados e mensuração devem respeitar consentimento, finalidade, minimização, segurança e regras aplicáveis a cada categoria. A sofisticação comercial não pode ultrapassar os limites éticos e regulatórios do uso de informações de saúde.

Créditos: Comitê de Mensuração da ABRAMEDIA

Quanto é investido em Retail Media Farma?

Essa é uma das perguntas mais importantes e uma das mais difíceis de responder com precisão. Até o momento, não há uma fonte pública e auditada que isole de maneira consistente o investimento brasileiro ou global especificamente em Retail Media de farmácias.

Os dados disponíveis normalmente agregam todo o Retail Media ou todo o investimento publicitário de saúde e indústria farmacêutica. No Brasil, EMARKETTER estimaram que Retail Media movimentou R$ 3,5 bilhões em 2024, crescimento de 41% sobre 2023.Para 2025, levantamento divulgado em 2026 estimou R$ 4,8 bilhões, avanço de 37% em relação ao ano anterior.

Globalmente, uma referência publicada pelo IAB Brasil apontou investimento de aproximadamente US$ 136 bilhões em Retail Media em 2024, com projeção de US$ 175 bilhões até 2028. Na América Latina, a estimativa apresentada pelo IAB Brasil com base em dados da eMarketer indica evolução de US$ 2,64 bilhões em 2025 para US$ 6,76 bilhões em 2029.

No mercado norte-americano, o investimento digital total de healthcare e pharma foi estimado em US$ 24,77 bilhões em 2025, mas esse número inclui diversas modalidades de publicidade digital e não deve ser interpretado como investimento em Retail Media Farma. Portanto, qualquer estimativa de participação específica do canal farma seria, atualmente, uma inferência, e não um dado consolidado.

Uma referência para planejamento das marcas

Na ausência de uma média setorial confiável, as empresas podem utilizar uma lógica de maturidade para determinar a alocação.

Marcas exploradoras podem reservar uma parcela limitada para testes estruturados em duas ou três redes. Marcas emergentes podem criar uma linha orçamentária anual e estabelecer planos por categoria. Organizações avançadas podem integrar Retail Media ao orçamento de mídia, trade, e-commerce e shopper marketing, evitando duplicidade e disputa entre áreas.

O percentual ideal não deve ser estabelecido apenas como fração do budget total. Deve considerar:

  • Participação do canal farma nas vendas da marca
  • Nível de identificação dos consumidores
  • Capacidade de mensuração da rede
  • Margem da categoria
  • Recorrência de compra
  • Potencial de aquisição
  • Maturidade do comércio eletrônico
  • Qualidade do inventário in-store
  • Capacidade de produzir incrementalidade.
Crédito: Vichy & Impulso

Como construir um ranking de performance do Retail Media Farma

Um ranking responsável não pode premiar apenas receita de mídia, número de telas ou volume de campanhas. A proposta é avaliar separadamente marcas anunciantes, Retail Media Networks e cases de ativação.

Ranking de maturidade das marcas

A avaliação pode utilizar os dez capítulos do Guia da ABRAMEDIA, com pontuação de 1 a 5: governança, estrutura, planejamento, orçamento, operação, métricas, integração com varejistas, capacitação, tecnologia e inovação.

As marcas líderes seriam aquelas que demonstrassem integração full funnel, orçamento estruturado, dados, experimentação, documentação de aprendizados e participação ativa na construção dos produtos das RMNs.

Ranking das Retail Media Networks

Uma metodologia possível seria distribuir a pontuação da seguinte maneira:

20% — Dados e audiência: Cobertura de compras identificadas, qualidade dos segmentos, atualização, consentimento, governança e capacidade de ativação.

20% — Mensuração: Incrementalidade, deduplicação, transparência de atribuição, velocidade dos relatórios e possibilidade de auditoria.

15% — Integração omnichannel: Capacidade de coordenar onsite, offsite, CRM e in-store em uma única jornada.

15% — Qualidade do inventário: Viewability digital, relevância de busca, posicionamento em loja, atenção, cobertura, frequência e segurança de marca.

10% — Tecnologia e operação: Ad server, APIs, dashboards, automação, SLA, self-service e integração com plataformas.

10% — Crescimento de categoria: New-to-category, penetração, frequência, cesta, share e ganho incremental.

10% — Inovação e experiência: Novos formatos, conteúdo, serviços farmacêuticos, experiências shoppable e capacidade de testar soluções com anunciantes.

Ranking de melhores ativações

As campanhas poderiam ser reconhecidas em categorias como:

  • Melhor construção de marca
  • Maior crescimento incremental
  • Melhor uso de dados
  • Melhor integração in-store e digital
  • Melhor desenvolvimento de categoria
  • Melhor campanha regional
  • Melhor uso de conteúdo e educação
  • Melhor projeto de saúde e bem-estar
  • Melhor experiência omnichannel
  • Melhor metodologia de mensuração.

Para participar, cada case deveria apresentar contexto, objetivo, período, investimento, baseline, metodologia, indicadores, limitações e resultado incremental.

Crédito: CVS

O próximo salto: de RMN para plataforma de inteligência do canal farma

O maior valor do Retail Media Farma não está apenas em monetizar telas, banners ou audiências. Está em criar uma infraestrutura capaz de compreender jornadas de cuidado, identificar oportunidades de categoria e aproximar indústria, varejo e consumidor com relevância. Para isso, as redes precisarão deixar de atuar apenas como fornecedoras de inventário.

Elas deverão funcionar como parceiras de planejamento, oferecendo: inteligência de shopper, leitura de missões de compra, diagnóstico de categorias, simulação de campanhas, recomendação de formatos, previsão de resultados, mensuração causal e e aprendizado contínuo.

As marcas, por sua vez, terão de abandonar a lógica de campanhas isoladas e construir governança. Retail Media deverá entrar no plano anual, possuir responsáveis, orçamento, metas e um processo formal de integração entre marketing, trade, mídia, vendas, e-commerce, BI e category management.

O Retail Media Farma 2026 acontece em um momento decisivo. O mercado já demonstrou que possui audiência, escala, dados e inventário. Agora precisa demonstrar que consegue transformar esses ativos em resultados comparáveis, incrementais e sustentáveis.

A liderança do próximo ciclo não será determinada pela empresa que vender ou comprar mais mídia. Será determinada por quem conseguir provar, com método e transparência, que Retail Media contribui para construir marcas, desenvolver categorias, melhorar a experiência do shopper e gerar crescimento real para todo o ecossistema farma.

Ricardo Vieira
Ricardo Vieirahttp://www.digitalstoremedia.com.br
Ricardo Vieira atua em diferentes canais e segmentos há 30 anos no varejo brasileiro, é fundador da ABRAMEDIA e da DIGITAL STORE MEDIA, criado para fomentar todo ecossistema de Retail Media no mercado brasileiro, também dirige o Clube do Varejo, criado em 2019 para desenvolver pequenos varejistas. Ele também fundou e preside o Instituto Nacional do Varejo (INV), promovendo a indústria varejista desde 2017 com soluções inovadoras. Desde 2006, é sócio-diretor da TRADIUM, focada em soluções tecnológicas! Criou o Retail Media Academy, Retail Media News e Retail Media Show para fomentar a excelência em mídia e varejo. Com expertise em inteligência de vendas, trade marketing, CRM e fidelidade, Ricardo lidera projetos de inteligência para indústria e varejo. Sua trajetória inclui papéis significativos como VP de Sustentabilidade na ABRALOG e Coordenador Regional de Projetos na Ambev.

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