ABRAMEDIA Global In-Store Retail Media Technology Report 2026 vai mapear plataformas, tecnologias de mensuração, computer vision, programmatic, áudio, shopper analytics e modelos full stack, criando uma metodologia própria para diferenciar digital signage, DOOH e Retail Media In-Store
A expansão de Retail Media para o ambiente físico está criando uma nova fronteira para varejistas, anunciantes, agências e empresas de tecnologia. Depois de estruturar uma metodologia própria para avaliar o mercado brasileiro de Retail Media no Anuário 2026, a ABRAMEDIA prepara agora o ABRAMEDIA Global In-Store Retail Media Technology Report 2027, estudo que pretende mapear e comparar tecnicamente as principais plataformas globais que transformam a loja física em um ambiente de mídia endereçável, programável e mensurável.
O projeto parte de uma premissa central: nem toda tela dentro de uma loja representa necessariamente Retail Media. Isso precisa ser falado a quatro quantos!!
O Anuário Brasileiro de Retail Media já havia incorporado DOOH, shelf screens, smart tags, checkout screens, in-store radio, sampling e Scan & Go dentro da avaliação de Media Opportunities, além de incluir mensuração, dados, inovação, interoperabilidade e governança entre seus critérios de maturidade. O novo Report pretende aprofundar especificamente o ambiente físico e estabelecer uma taxonomia capaz de separar infraestrutura de mídia, monetização, mensuração de audiência, shopper intelligence e atribuição de vendas.
A proposta é criar uma referência técnica global que permita ao mercado compreender não apenas quantas telas ou pontos de contato uma plataforma administra, mas principalmente o que efetivamente consegue medir, integrar, otimizar e provar para varejistas e marcas anunciantes.

Retail Media In-Store precisa de uma definição própria
Uma das primeiras entregas do Report será estabelecer uma definição técnica para o canal.
A proposta inicial da ABRAMEDIA considera Retail Media In-Store como a mídia comercializada dentro do ambiente físico da loja controlado pelo varejista, integrada ou potencialmente integrável ao contexto, aos dados e à jornada do shopper, permitindo planejamento, ativação, otimização e mensuração de efeitos sobre exposição, comportamento e vendas.
A definição busca estabelecer uma fronteira clara entre Retail Media In-Store, digital signage e DOOH convencional.
Uma tela institucional instalada dentro de uma loja não se transforma automaticamente em Retail Media. Da mesma forma, uma tela localizada em um shopping center ou nas proximidades de um varejista não deve ser classificada como Retail Media apenas pela proximidade do momento de compra.
Para alcançar maior maturidade, o inventário físico precisa evoluir de uma lógica baseada apenas em localização e audiência estimada para uma arquitetura conectada a contexto de compra, dados do varejista, comportamento do shopper e resultados comerciais.
A jornada que o Report pretende avaliar evolui de: reach → opportunity to see → viewability → actual view → attention → engagement → shopper journey → consideration → conversion → sales lift → incremental sales → iROAS.
É essa progressão que poderá diferenciar uma rede de telas de uma verdadeira infraestrutura de Retail Media.

O ecossistema de Retail Media In-Store é mais complexo do que parece!
Outro princípio metodológico do Report será evitar a comparação direta de empresas que resolvem problemas tecnológicos distintos. O mercado de In-Store Media pode ser organizado, inicialmente, em quatro grandes ecossistemas tecnológicos.
| Categoria | O que entrega | Players prioritários |
|---|---|---|
| In-Store Media Operating Platforms | CMS, ad server, gestão de telas, campanhas, monetização, programmatic | STRATACACHE/Scala/PRN, Broadsign + Place Exchange, Vistar Media, Vusion, Perion/Hivestack, Zitcha, THE LED |
| Retail Media In-Store Full Stack | Retail data + telas + monetização + atribuição + integração RMN | STRATACACHE, Zitcha, Advertima, QSIC, Mood/Vibenomics, dunnhumby/retailer stacks |
| Audience Measurement / Computer Vision | Impressões reais, atenção, dwell, jornada, zonas, demografia agregada | Advertima, Quividi, Venvee, Vusion, RetailNext, FootfallCam e soluções equivalentes |
| In-Store Audio Media | Rádio, áudio programático, IA criativa, localização e mensuração | QSIC, Mood Media/Vibenomics, Stingray |
O primeiro é formado pelas In-Store Media Operating Platforms, responsáveis por CMS, ad serving, gerenciamento de telas, campanhas, monetização e acesso programático. Nesse grupo estão empresas como STRATACACHE/Scala/PRN, Broadsign + Place Exchange, Vistar Media, Perion/Hivestack e Zitcha.
O segundo reúne as Retail Media In-Store Full Stack Platforms, que combinam diferentes camadas de dados, mídia, monetização, atribuição, audiência e integração com Retail Media Networks. STRATACACHE, Zitcha, Advertima, QSIC, Mood/Vibenomics e soluções ligadas a ecossistemas como dunnhumby estão entre os nomes que deverão ser analisados.
O terceiro mercado é o de Audience Measurement, Computer Vision e Shopper Analytics, no qual plataformas como Advertima, Venvee, Vusion, Quividi, RetailNext e FootfallCam utilizam câmeras, sensores, edge computing e inteligência artificial para transformar o fluxo físico em métricas de audiência, atenção e comportamento, integrados a sell-out.
O quarto é formado pelas plataformas de In-Store Audio Media, entre elas QSIC, Mood Media/Vibenomics e Stingray Advertising, que vêm transformando o tradicional áudio ambiente em inventário publicitário dinâmico, programático e conectado a dados de venda.
Essa separação será essencial para evitar uma distorção comum no setor: comparar uma plataforma especializada em computer vision com uma empresa de CMS ou SSP e classificá-las dentro de um único ranking como se entregassem os mesmos recursos.

Quem deverá ser avaliado?
A primeira fase do levantamento global deverá reunir aproximadamente 15 empresas consideradas prioritárias. Entre elas estão: STRATACACHE/Scala/PRN/Walkbase, Broadsign + Place Exchange, Vistar Media/T-Mobile, Perion/Hivestack, Zitcha, Advertima, Venvee, Vusion, Quividi, RetailNext, QSIC, Mood Media/Vibenomics, Stingray Advertising, Navori Labs, doohlabs, dunnhumby e Unlimitail/Epsilon.
Uma segunda onda poderá incorporar empresas como FootfallCam, Sensormatic Solutions e AiFi, principalmente quando houver comprovação de que suas tecnologias de computer vision, IoT ou analytics estão sendo utilizadas efetivamente para mensuração e monetização de mídia, e não apenas para operações de loja.
A escala dos players demonstra por que essa avaliação se torna necessária.
A Broadsign adquiriu a Place Exchange em novembro de 2025, combinando CMS, ad serving, buy-side, sell-side, SSP e measurement. Após a operação, o grupo passou a declarar aproximadamente 1,8 milhão de telas OOH programaticamente transacionáveis.
A Vistar Media foi adquirida pela T-Mobile em uma transação de aproximadamente US$ 600 milhões e administra um marketplace superior a 1 milhão de telas digitais.
No segmento de audience measurement, a Quividi afirma atender mais de 800 clientes em 80 países e analisar mais de 2 bilhões de impressões anônimas por mês.
Já Mood Media/Vibenomics e Stingray anunciaram uma infraestrutura conjunta de áudio que alcançava mais de 800 milhões de visitas mensais em mais de 25 mil lojas nos Estados Unidos, cobrindo segmentos como grocery, drug, convenience e home improvement.

IA e câmeras entram no centro da mensuração!
Um dos capítulos mais importantes do Report será dedicado às tecnologias de computer vision e audience intelligence. A ABRAMEDIA pretende investigar até que ponto as plataformas conseguem avançar além do tradicional proof-of-play.
A reprodução de um anúncio em uma tela comprova entrega tecnológica, mas não comprova exposição humana. Saber que uma peça foi exibida 10 mil vezes não significa que 10 mil pessoas tenham efetivamente visto aquela comunicação.
Por isso, a avaliação deverá diferenciar claramente conceitos como: Proof-of-Play → Opportunity to See → Viewable Impression → Actual View → Attention → Engagement.
Plataformas como Advertima já utilizam computer vision para transformar shoppers físicos em audiências mensuráveis e ativáveis em tempo real. A empresa informa que sua solução Audience AI consegue analisar audiência por localização, horário, conteúdo e engagement e integrar os sinais ao ecossistema de Retail Media.
Um case publicado pela própria empresa, realizado para Maggi, da Nestlé, em Carrefour nos Emirados Árabes Unidos, reportou 11,4% de sales uplift, além de 5,3 milhões de impressões medidas pela solução.
A Quividi representa outro exemplo de maturidade. Sua abordagem utiliza computer vision e edge AI para estruturar métricas que podem evoluir de fluxo na loja para audiência de tela e audiência efetivamente exposta ao conteúdo.
RetailNext, por sua vez, deverá ser analisada principalmente pelo ângulo de shopper analytics e jornada física, mostrando que In-Store Retail Media não precisa medir apenas audiência da peça publicitária, mas também como a exposição se relaciona com comportamento dentro da loja.

A metodologia terá sete pilares
O ABRAMEDIA Global In-Store Retail Media Technology Report 2026 deverá utilizar uma metodologia específica, diferente daquela aplicada a Retail Media de forma mais ampla.
A proposta inicial divide o score em sete pilares ponderados.
Inventory & Media Infrastructure — 15%
Avaliará CMS, ad server, gerenciamento remoto, formatos, telas, shelf media, checkout, áudio, kiosks, smart carts, scheduling, proof-of-play, disponibilidade, forecasting e escalabilidade.
Audience Measurement & Verification — 20%
Será dedicado a tráfego, opportunity to see, viewability, actual views, attention, dwell time, frequência, deduplicação, tratamento de grupos, exclusão de funcionários, precisão dos sensores e validação independente.
Shopper Journey & Behavioral Intelligence — 15%
Analisará footfall, zonas, caminhos dentro da loja, dwell, heatmaps, visitas a categorias, interação com gôndola, missões de compra e relação entre exposição e comportamento.
Sales Attribution & Incrementality — 20%
Um dos pilares mais relevantes do estudo. A avaliação deverá verificar integração com POS, correspondência por SKU, vendas por loja, basket analysis, test vs. control, matched stores, holdouts, sales lift, incremental revenue, iROAS, new buyers, category share, basket halo e janelas de atribuição.
Programmatic, Data & Interoperability — 10%
Analisará SSP, DSP, OpenRTB, private marketplaces, programmatic guaranteed, direct IO, APIs, POS integrations, loyalty, CDP, clean rooms e integração com as demais camadas de uma RMN.
Creative, Context & Dynamic Activation — 10%
Medirá capacidades como DCO, contextual triggers, horário, clima, estoque, categoria, audiência, fila, disponibilidade do produto, preço, real-time creative, AI creative, áudio dinâmico, QR codes e experiências shoppable.
Privacy, Governance & Service Model — 10%
Avaliará processamento edge, retenção de imagens, anonimização, uso ou não de biometria, LGPD, GDPR, auditoria, SLA, transparência metodológica, treinamento, suporte e governança.
A estrutura faz uma escolha deliberada: mensuração de audiência, shopper journey e atribuição representarão 55% da nota final.
O objetivo é deslocar o centro da avaliação de “quantas telas a plataforma possui?” para “quanto ela consegue provar sobre o impacto dessa mídia?”.

Capability Score não será suficiente: será preciso provar
Outra inovação metodológica deverá ser a criação de uma camada de Evidence Level. O Report pretende evitar que uma capability declarada comercialmente seja tratada da mesma maneira que uma capacidade tecnicamente comprovada.
A estrutura preliminar prevê quatro níveis:
E3 — capacidade auditada ou comprovada por documentação independente;
E2 — documentação técnica e case verificável;
E1 — declaração oficial do fornecedor;
E0 — capacidade não comprovada.
Com isso, o ranking poderá apresentar simultaneamente duas informações: Capability Score, indicando o que a plataforma entrega; e Evidence Score, indicando o quanto essa entrega está comprovada. Essa distinção é especialmente importante para temas como incrementalidade, atenção, actual views, reconhecimento de audiência, atribuição e sales lift.
Uma nova “caixa-preta” da mensuração
A ABRAMEDIA também pretende aprofundar perguntas que normalmente não aparecem em apresentações comerciais de Retail Media In-Store.
A plataforma mede apenas proof-of-play ou também opportunity to see? Distingue uma pessoa que simplesmente passou na frente da tela de outra que efetivamente dirigiu atenção à peça? Mede dwell time? Considera distância, ângulo ou visibilidade? Deduplica usuários? Remove funcionários da audiência? Como trata grupos e famílias? Os dados são processados na borda ou enviados para servidores?
As imagens são armazenadas? Existe reconhecimento facial? Há integração com POS? A campanha consegue ser relacionada ao SKU promovido? Há grupo exposto e grupo controle? Existe matched-store methodology? O sales lift representa correlação ou causalidade? Existe incrementalidade real? Qual é a janela de atribuição? Ela pode variar conforme objetivo, categoria ou duração da jornada de compra?
O objetivo é transformar essas perguntas em um framework padronizado.

Privacy by design será requisito técnico
O uso de câmeras e inteligência artificial também exigirá um capítulo específico de governança. A ABRAMEDIA pretende deixar claro que computer vision não é sinônimo de reconhecimento facial. Diferentes arquiteturas podem utilizar sensores para detecção de pessoas, fluxo, direção, tempo de permanência ou características agregadas sem necessariamente identificar indivíduos.
A avaliação deverá separar: people detection; audience analytics; demographic estimation; re-identification; e facial recognition.
Cada fornecedor deverá ser avaliado conforme processamento, retenção, anonimização, finalidade dos dados e compliance com legislações como LGPD e GDPR. Esse ponto será particularmente relevante para que anunciantes consigam escalar investimentos em In-Store Media sem criar riscos desnecessários de privacidade ou reputação.
Audio entra definitivamente em Retail Media
O Report também pretende ampliar a definição de inventário físico. Retail Media In-Store não será tratado apenas como tela. O áudio vem passando por uma transformação semelhante ao digital signage.
Tecnologia programática, integração com POS, criação dinâmica de mensagens e mensuração estão transformando aquilo que anteriormente era considerado “rádio ambiente” em um canal de Retail Media.
Mood Media/Vibenomics e Stingray demonstram a escala potencial dessa categoria, com uma operação conjunta anunciada para mais de 25 mil estabelecimentos e centenas de milhões de visitas mensais.
Por isso, o Report deverá apresentar uma classificação específica de Best In-Store Audio Media Platform, além de estudar o desenvolvimento de campanhas que conectam áudio, telas e dados comerciais em uma única jornada.
Brasil já possui infraestrutura relevante, mas precisa avançar em mensuração
O mercado brasileiro terá um capítulo próprio. A presença de plataformas internacionais demonstra que o país já possui parte importante da infraestrutura necessária para escalar o canal.
Broadsign, por meio da Place Exchange, ampliou sua integração com a Eletromidia em 2026, oferecendo acesso programático a cerca de 55 mil telas digitais em diferentes ambientes brasileiros.
Hivestack/Perion também possui relacionamento com a Eletromidia e histórico de integração de dezenas de milhares de telas no país. Vistar Media mantém presença no Brasil e conecta o mercado local à demanda programática internacional, mas o Report fará uma distinção importante: presença em DOOH não significa automaticamente maturidade em Retail Media In-Store.
Além dos grandes players globais, o ecossistema brasileiro também conta com redes locais relevantes de In-Store e DOOH, como THE LED, que vêm expandindo a digitalização de ambientes de varejo, shoppings e espaços de alto fluxo, contribuindo para a formação de uma base estrutural importante para futuras iniciativas de Retail Media In-Store.
A avaliação brasileira deverá identificar quais redes estão efetivamente integrando mídia a dados de shopper, categoria, CRM, POS, atribuição e mensuração de comportamento. Essa separação pode ser especialmente relevante para supermercados, farmácias, material de construção, moda, pet, eletroeletrônicos, shopping centers, convenience e outros segmentos com forte audiência física.

Oportunidade vai além da transferência de verba de OOH
O potencial econômico do canal brasileiro não deve ser analisado apenas como migração de investimento de OOH. Retail Medi In-Store pode acessar verbas atualmente distribuídas entre: Retail Media, Trade Marketing, Shopper Marketing, Merchandising, cooperados comerciais, Activation, Sampling, DOOH, Digital e Category Management. Isso muda a dimensão econômica da oportunidade.
A loja física está diretamente conectada à decisão de compra. Quando mídia, dados e vendas passam a operar de forma integrada, o ambiente deixa de ser apenas um suporte de comunicação e pode se tornar um canal de performance e influência sobre comportamento.
Essa transformação interessa diretamente às grandes categorias anunciantes do Brasil, especialmente CPG, alimentos, bebidas, beleza, higiene, limpeza, farmacêutico, consumer electronics, serviços financeiros e telecomunicações.
Três grandes scores deverão organizar os resultados
Para facilitar a leitura do mercado, a ABRAMEDIA estuda consolidar os resultados em três índices principais.
O ABRAMEDIA In-Store Technology Score apresentará a maturidade geral da plataforma considerando os sete pilares.
O ABRAMEDIA Measurement Maturity Score concentrará a avaliação de audience measurement, shopper journey, attribution e incrementality.
Já o ABRAMEDIA Transparency & Evidence Score medirá o nível de abertura metodológica e comprovação das capabilities declaradas.
Um dos objetivos é criar comparabilidade para as marcas
Para os anunciantes, um dos principais benefícios esperados será a possibilidade de comparar redes físicas utilizando uma linguagem mais próxima daquela já utilizada em mídia digital.
Atualmente, diferentes fornecedores podem utilizar conceitos de impressão, audiência e atribuição de maneiras distintas. A ausência de padronização dificulta comparação, planejamento, definição de benchmarks e evolução do investimento.

O Report pretende criar uma ABRAMEDIA In-Store Measurement Ladder, organizando a maturidade de mensuração em níveis progressivos: Delivery → Audience → Attention → Behavior → Commerce → Experimentation → Causality.
Na prática: Proof-of-play → Audience → Actual View → Attention → Shopper Journey → Attributed Sales → Sales Lift → Incremental Sales → iROAS.
Essa estrutura pode ajudar marcas e agências a compreenderem exatamente que tipo de evidência uma campanha está entregando.
O benefício para os varejistas também será direto
Para os retailers, o Report poderá funcionar como um roadmap tecnológico. Uma rede que hoje possui apenas telas e CMS poderá identificar quais componentes precisa acrescentar para chegar à monetização programática. Outra que já possui programmatic poderá entender quais tecnologias são necessárias para audience measurement.
Uma terceira poderá descobrir que possui atribuição de vendas, mas ainda não executa experimentos capazes de provar incrementalidade. Nesse sentido, o Report não será apenas uma classificação de fornecedores. Será também um modelo de maturidade para construção de Retail Media Networks físicas.
Resultado esperado: elevar a régua do mercado
O objetivo final do ABRAMEDIA Global In-Store Retail Media Technology Report 2026 será contribuir para uma transformação estrutural do mercado. A discussão precisa deixar de estar concentrada apenas em quantidade de lojas, número de telas e fluxo de pessoas.
O próximo nível exige responder:
A mídia foi exibida?
Alguém teve oportunidade de vê-la?
Quantas pessoas efetivamente olharam?
Por quanto tempo?
A exposição mudou a jornada do shopper?
Houve impacto sobre conversão?
A venda foi apenas atribuída ou realmente incremental?
Qual foi o iROAS? Qual foi efeito incremental?
É justamente essa progressão que poderá aproximar In-Store Media dos padrões de investimento, mensuração e governança já esperados pelas marcas em outros canais digitais.
A ABRAMEDIA pretende posicionar o novo Report como instrumento para varejistas, anunciantes, agências, plataformas e investidores compreenderem quem está construindo a infraestrutura tecnológica da próxima geração de Retail Media dentro das lojas e quem realmente consegue provar o valor dessa mídia.
O princípio que deverá orientar todo o projeto resume a ambição do estudo, conforme relata Ricardo Vieira, presidente da ABRAMEDIA: “Proof-of-play comprova que a mídia foi exibida. Audience measurement comprova contato. Sales attribution começa a demonstrar efeito. Incrementalidade comprova valor.”
Mais do que mapear plataformas, o ABRAMEDIA Global In-Store Retail Media Technology Report 2026 pretende ajudar o mercado a estabelecer uma nova régua para aquilo que pode, de fato, ser chamado de Retail Media In-Store.
